Uruguai, Holanda, Espanha e Alemanha: um deles será o campeão mundial de 2010. As quartas de final inverteram a tendência, e o torneio, que se encaminhava para ser uma “mini Copa América”, ficou sendo uma “quase Eurocopa”.
O Uruguai, bicampeão mundial, não figurava entre os quatro melhores desde 1970 e, por isso, é considerado o “azarão” da disputa. Com a ausência de Suárez e Lugano, os principais triunfos da celeste estão todos na frente: Cavini e, principalmente, Fórlan podem guiar o Uruguai à vitória – e “Loco” Abreu espera, no banco, como o homem a mais.
A Holanda vive a expectativa de chegar à sua terceira final de Copa do Mundo. Embora a cultura holandesa de jogo ofensivo esteja sendo respeitada, o estilo espetacular deu lugar à busca pela eficácia. O trio ofensivo formado por Robben, Sneijder e Kyut continua sendo o grande destaque da “Laranja”. Elia espera no banco de reservas como uma arma secreta para a armação de jogadas.
A Espanha possui várias individualidades que podem, em apenas um lance, resolver as partidas. Está sendo o caso de Villa, artilheiro do mundial e que, de um certo modo, tem confirmado a “Fúria” em muitas fases do mundial. Casillas, Iniesta, Xabi, Puyol são líderes em suas respectivas posições, e podem ser os homens que transformarão a realidade espanhola em mundiais, de eterna derrotada, para favorita e respeitada.
E, por fim, a Alemanha, que fez uma auto-revolução para se reencontrar com a vitória, após oito anos de sucessos apenas relativos. O prodígio Müller, suspenso, não atuará. Özil, Podolski e Schwensteiger continuam sendo as esperanças de jogo rápido, enquanto o “kaiser” Klose pode ser o homem dos gols decisivos.
Semi-final
6 de julho
Holanda x Uruguai
7 de julho
Alemanha x Espanha
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